15 de abr de 2016

Lançamento do livro O RAIO NÃO O PARTIU, de Maria Montillarez


Descrição do livro: Irving Mitchell foi mandado para ?o raio que O partisse?. Como se sente alguém que é obrigado a deixar tudo para trás, inclusive o grande amor de sua vida? No livro ?O raio não O partiu?, Maria Montillarez (ou seria Lucinda da Consolação de Gusmão?) conta ao leitor como é que Irving se sente.
É uma característica dessa autora, iniciar seus romances próximo ao fim, antecipando ao leitor parte do clímax, mas não tira da história suas surpresas, apenas retira de sobre si a fúria enlouquecida do leitor quando, por exemplo, cria tragédias no meio dos seus romances, matando aquele personagem tão querido, pois que a autora já as anunciou no início e o leitor deve estar atento a esse sábio ?aviso?. Por isso, este romance ?O raio não O partiu? se inicia na quinta parte, e, na sequência tem uma nota da autora e depois a primeira parte, e a partir daí o livro segue a ordem cronológica normal. E a nota da autora diz: ?Do sinuoso passado de Irving Mitchell e de todo o cenário a envolvê-lo, extraio as pedras com as quais a estrada dele foi composta. Existe a pretensão de, com elas, ir pavimentando nestas páginas a senda percorrida pelo senhor Mitchell e, em paz com a fidelidade aos fatos, seguir desbravando sua história, conforme me prontifiquei a dispor. Por ora, e por este meio, iremos perscrutar os talhes que o relho da vida desferiu contra este protagonista sempre atingindo, conseguintemente a quem o cercasse, posto ser a vida um organismo gigantesco, emaranhado de outras vidas, e, cada um de nós, por mais que nos sintamos sós n?algum momento dela, é correto dizer que fazemos parte uns dos outros, como se a vida fosse árvore frondosa na qual paramos em folhas, frutos, galhos... Contudo ? contudo! ? a estrada pavimentada por via desta narração, mudando pedras em caracteres, não será de meu solitário domínio, pois que para o prezado leitor me presto a ser guia. Juntos cobriremos no pavimento pedregoso e também de vastas escarpas, as passadas de Irving Mitchell, nos deleitando ou nos abismando. É defeito de quem escreve ? e de quem lê ?, os mergulhos imaginários. É nesse magnífico defeito que nos descobrimos livres. A liberdade, portanto, vale a imersão. Dê-me sua mão, caro amigo. Que esta viagem seja producente; saboreemos a companhia mútua, a fim de que nos despeçamos com breve adeus, somente ante o vislumbrar do último caractere desta narrativa.
Andemos.

Para ter acesso ao livro e outras obras, acesse um dos link abaixo:

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Boa leitura,

Instituto ICEIB

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